Na quinta-feira, dia 11 de junho, o universo da arte lamentou a perda de David Hockney, uma das figuras mais proeminentes do setor nas últimas décadas.
Ao falecer aos 88 anos, o artista britânico deixou um legado marcado pelo reconhecimento mundial, que começou a ser construído nos anos 1960. Suas criações, que frequentemente incorporavam experiências pessoais e cotidianas, eram notáveis pelo uso intenso de cores. Em 1964, Hockney se estabeleceu na Califórnia, onde deu início a uma famosa série de pinturas de piscinas. Entre suas obras mais icônicas estão A Bigger Splash (1967) e Portrait of an Artist (1972).
Hockney foi um defensor aberto da homossexualidade em uma época na qual esse assunto ainda era cercado por preconceitos. Sua coragem contribuiu significativamente para a representação LGBTQIA+ na arte, consolidando sua posição como um dos artistas mais admirados de sua geração.
David Hockney visitando o Museu da Orangerie, em Paris, em 2021, diante de sua obra “Um ano na Normandia”, uma pintura com impressionantes 91 metros de comprimento, criada durante o isolamento em 2020.
Foto: Getty Images
