Indicados ao prêmio de melhor figurino do Oscar 2026
Criar looks que ajudem na construção de personagens já é, por si só, um desafio. No caso de Avatar: Fogo e cinzas, a figurinista Deborah L. Scott, que chegou a afirmar que “nem sabia ligar um computador” quando embarcou na franquia, supervisionou de perto a transposição de peças físicas para o ambiente digital. Em Frankenstein, a fidelidade histórica ao século 19 abriu espaço para doses de fantasia para contar uma das mais célebres histórias de terror. Já em Hamlet, o objetivo não era a reprodução fiel da indumentária do século 16 da narrativa, mas revelar o interior dos personagens por…
